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Mérito Paulista 2017

Crea-SP reconhece ações de profissionais e entidades que aprimoram a área tecnológica

A cerimônia de entrega do Diploma de Mérito da Engenharia, Arquitetura e Agronomia Paulistas e a inscrição no Livro de Mérito do Crea-SP aconteceu na quinta-feira, 7 de dezembro, na Sede Angélica, reunindo homenageados e seus familiares.

Foram reconhecidos profissionais, entidades de classe e instituições de ensino que, por suas ações, notabilizaram-se em prol da área tecnológica estadual e colaboraram para o aprimoramento das profissões regulamentadas pelo Sistema Confea/Crea, bem como para a qualidade de vida da sociedade.

O Vice-Presidente no exercício da Presidência do Crea-SP, Eng. Eletric. e Seg. Trab. Edson Navarro, conduziu os trabalhos da cerimônia, ao lado do Diretor Administrativo, Engenheiro Carlos Eduardo de Vilhena Paiva; do Coordenador Adjunto da Comissão Especial do Mérito do Crea-SP, Engenheiro Civil José Eduardo de Assis Pereira; e dos seguintes membros da Comissão: Engenheiro João Luiz Braguini; Engenheiro Marcelo Alexandre Prado; Engenheiro Gley Rosa; Engenheiro Pedro Carvalho Filho; Geólogo Sebastião Gomes de Carvalho; e Engenheiro Tiago Santiago de Moura Filho.

As indicações foram feitas pelas Câmaras Especializadas e aprovadas pelo Plenário do Crea-SP, com o acompanhamento da Comissão Especial do Mérito.

Foram homenageados in memoriam com a inscrição no Livro do Mérito, conforme o Ato n° 74, de 4 de setembro de 1998:

Engenheiro Civil RICARDO JOSÉ COELHO LESSA (homenageado pela Câmara Especializada de Engenharia Civil)

Foi assessor técnico e secretário municipal de Habitação em Sorocaba de 1992 a 1993; ocupou diversos cargos na FEPASA (Ferrovia Paulista S/A), onde trabalhou e se aposentou como Engenheiro Civil. No período em que trabalhou na FEPASA, foi delegado sindical do SEESP; foi conselheiro do CREA-SP nos períodos de 12/01/2006 a 31/12/2008 e de 15/01/2009 a 31/12/2011; foi 1º Tesoureiro da Delegacia Sindical em Sorocaba do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo de 1993 a 1995 e Presidente em quatro gestões consecutivas; foi membro da Associação dos Engenheiros Ferroviários no Estado de São Paulo (ASSEF), do Conselho Municipal de Planejamento Urbano, representando o SEESP, membro eleito pelas entidades sindicais dos trabalhadores de Sorocaba para o Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico da cidade de 1997 a 2009; participou como voluntário do Núcleo de Planejamento da Prefeitura de Sorocaba; em 2013 recebeu o título de Cidadão Sorocabano na Câmara Municipal da cidade “por todo o trabalho desenvolvido na cidade, diante do exemplo de dedicação, retidão e da relevante importância de sua contribuição para o município, em ações alicerçadas na ética e na cidadania".

Engenheiro Eletricista ARNALDO PEREIRA DA SILVA (homenageado pela Câmara Especializada de Engenharia Elétrica)

Engenheiro eletricista formado pelo Mackenzie em 1963; lecionou Física, Geometria Plana, Descritiva e Desenho Geométrico nos colégios Bandeirantes e Dante Alighieri; funcionário estatutário aposentado pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo, tendo exercido os seguintes cargos e funções: assistente técnico da Diretoria de Planejamento e Controle do DAEE, assessor técnico da Secretaria de Obras e Meio Ambiente, Diretor de Planejamento e Controle do DAEE, Superintendente-adjunto do DAEE e Superintendente do DAEE (1994); eleito Conselheiro 9 (nove) vezes por períodos de 3 (três) anos consecutivos para representar as entidades de classe ABEE e Instituto de Engenharia no Plenário do Crea-SP; foi Coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Elétrica com mandato em 1982, 1983, 1984, 2002 e 2003 no Crea-SP, onde também foi Vice-Presidente e Presidente Interino; representante do Crea-SP em diversas entidades governamentais, como o Conselho Estadual de Recursos Hídricos de São Paulo e o Conselho Municipal da Secretaria do Verde e Meio Ambiente de São Paulo; foi Presidente da ABEE-SP no período de 1988 a 1997.

Geólogo GILBERTO AMARAL (homenageado pela Câmara Especializada de Geologia e Engenharia de Minas)

Foi um dos pioneiros da moderna geologia da América do Sul e um dos fundadores do primeiro laboratório de geocronologia do Brasil, em 1964, juntamente com o Dr. Othon H. Reynolds da Universidade da Califórnia, Estados Unidos; na primeira datação realizada neste laboratório, foi realizada uma importante descoberta que, de acordo com as suas medidas, as rochas vulcânicas da Formação da Serra Geral, na bacia do Rio Paraná, deveriam ter se formado no período Cretáceo Inferior (entre 100 milhões e 150 milhões de anos atrás) - ou seja muito tempo depois do que supunham  os  geólogos da época; em seu primeiro artigo de geocronologia, trouxe consistência à idade dos basaltos da Bacia do Paraná. E deu início a uma nova era para a compreensão da geologia da América do Sul; também tinha um vasto conhecimento da geologia do Brasil e da América do Sul, tendo viajado muito à regiões longínquas durante a sua carreira e colaborado estreitamente com o Prof. Dr. Fernando Flávio Marques de Almeida na elaboração do mapa geológico da América do Sul; seus interesses profissionais estavam voltados particularmente para o campo da Geologia Econômica e foi um dos líderes da aplicação do sensoriamento remoto e da geomatemática na quantificação da exploração mineral e ocorrências de depósitos minerais; era muito versado em programação de computadores e análise estatística de problemas geológicos.

Viúva do homenageado Geol. Gilberto Amaral, a Prof. Dra. Elisabete Maria Pascholati falou em nome dos familiares de todos os homenageados com a inscrição no Livro do Mérito. 

Receberam o diploma de mérito:

Engenheiro Civil VALTER PRIETO (homenageado pela Câmara Especializada de Engenharia Civil)

Formado em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da Fundação Educacional de Barretos; Mestre em Engenharia de Transportes pela Universidade de São Paulo; Foi Engenheiro do Departamento de Estrada de Rodagem de 1972 a 2010; Foi professor do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza entre os anos de 1973 e 1997; Professor da Universidade de Mogi das Cruzes entre 1976 e 1993; Instituto Mauá de Tecnologia desde 2003; Professor do Centro Universitário da FEI desde 1987; Universidade Santa Cecília desde 2005.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHEIROS ELETRICISTAS DE SÃO PAULO – ABEE-SP (entidade de classe homenageada pela Câmara Especializada de Engenharia Elétrica) – representada na cerimônia pelo Engenheiro Eletricista e Engenheiro de Segurança do Trabalho CARLOS COSTA NETO, Presidente da ABEE-SP.

A Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas – ABEE-SP é uma sociedade civil, de direito privado, de âmbito estadual, sem fins econômicos e com personalidade jurídica própria; como uma sociedade civil de abrangência estadual, tem por finalidade: congregar os profissionais, e as empresas da área tecnológica a fim de atuar em relação a seus interesses e atividades; defender os interesses da classe de Engenheiros e Eletricistas, consideradas todas as modalidades; incentivar o estudo da Engenharia Elétrica por meio de prêmios aos melhores alunos.
A Associação foi criada com o objetivo de promover estudos e projetos de construção e operação de usinas geradoras, linhas de transmissão e subestação elétricas. Entre as iniciativas de entidade, destacam-se a colaboração com o DAEE, Departamento de Águas e Energia Elétrica, e a estruturação da Companhia Hidroelétrica do Rio Pardo, Usina Elétrica do Paranapanema e Centrais Elétricas de Urubupungá.

A ABEE-SP sempre participou de decisões importantes para o futuro da engenharia, como a eletrificação do país, em que foram gerados empreendimentos que levaram à Constituição do Plano Estadual de Eletrificação e à criação do Comitê da Região Centro-Sul de Desenvolvimento de Eletricidade.
A Associação manteve um convênio de ação conjunta com o Instituto de Engenharia para desenvolvimento técnico.  A ABEE- SP realiza eventos técnicos, seminários e cursos que têm como principal objetivo a atualização dos profissionais da área, visando à valorização profissional. 

FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA – UNESP CAMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE (instituição de ensino homenageada pela Câmara Especializada de Engenharia de Agrimensura) representada pelo Professor Doutor Engenheiro JOÃO FERNANDO CUSTÓDIO DA SILVA.

Fundada em 3 de maio de 1959, a Faculdade de Ciências e Tecnologia – UNESP dedica-se ao ensino de Geografia desde 1959, com cursos de pós-graduação – nível mestrado desde 1988 e doutorado desde 1997; ensino de Engenharia Cartográfica desde 1977, com ampliação para mestrado em 1997 e doutorado em 2002; ensino de Engenharia Ambiental desde 2001 e Ensino de Arquitetura e Urbanismo desde 2003.

No ano de 2009, a FCT recebeu, da Reitoria da Unesp, autorização para a criação do Curso de Doutorado do Programa de Pós- Graduação em Educação; em 26/11/2010 foi autorizada a criação do Curso de Mestrado Profissional no Programa de Pós Graduação em Geografia, com início em agosto/2011; ao final de 2012 a FCT foi contemplada, pelo Ministério da Educação e da Saúde, com 11 bolsas para Residência em Fisioterapia, especialidade Reabilitação Física no Programa Nacional de Bolsas para Residências Multiprofissionais e em área Profissional da Saúde. A FCT participa como polo do Curso de Mestrado Profissional em Ensino de Física, cujas atividades letivas tiveram início em 19/08/2013; em 2015 foi autorizado o funcionamento do curso de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia.
A FCT tem hoje 10 Departamentos de Ensino, com 205 docentes e 201 servidores técnico-administrativos; oferece 12 cursos de graduação: Arquitetura e Urbanismo, Ciência da Computação, Educação Física, Engenharia Cartográfica, Engenharia Ambiental, Estatística, Física, Fisioterapia, Geografia, Matemática, Pedagogia e Química. Quatro destes (Educação Física, Geografia, Pedagogia e Matemática) são oferecidos em dois períodos (diurno e noturno).

Na Pós- Graduação, a FCT oferece mestrado e doutorado em Ciências Cartográficas (conceito 5 da CAPES); mestrado e doutorado em Educação (conceito 4); mestrado e doutorado em Fisioterapia (conceito 4); mestrado e doutorado em Geografia (conceito 7); mestrado profissional em Geografia (conceito 3); mestrado em Matemática Aplicada e Computacional (conceito 3) e mestrado profissional em Ensino de Física (conceito 4).      
Exatamente no ano em que o munícipio de Presidente Prudente celebra o seu Centenário de fundação – 2017–, o curso de Engenharia Cartográfica completou, no mês de julho, 40 anos de existência, tendo recebido sucessivamente, desde muitos anos, as cinco estrelas de avaliação do Guia do Estudante. E o Programa de Pós-Graduação em Ciências Cartográficas celebrou 20 anos de funcionamento.
Neste período, a FCT graduou cerca de 800 engenheiros cartográficos, muitos deles registrados no Crea-SP, e mais de 200 mestres e doutores em Ciências Cartográficas, que atuam nas empresas de engenharia de agrimensura, cartográfica, de geoinformação, e nas instituições de ensino e pesquisas brasileiras.
Em 03 de maio de 2017, a Faculdade de Ciências e Tecnologia comemorou 58 anos com uma tradição histórica e acadêmica relevante, por meio do trabalho coletivo de docentes, funcionários técnicos administrativos e alunos.
Foi nesse contexto que, ao longo da sua existência, a FCT praticou o esforço contínuo de preservar o respeito da comunidade acadêmica nacional e internacional abrigando as características fundamentais para a formação de profissionais qualificados para o mercado e a sociedade, por meio do ensino público, gratuito e de qualidade.

Geólogo JORGE SILVA BITTENCOURT (homenageado pela Câmara Especializada de Geologia e Engenharia de Minas)

Natural da República de Cabo Verde; graduado em Geologia pela Universidade de São Paulo (1961), Doutorado (1972), Livre-Docente (1992), Professor Titular (1994), pela mesma instituição. "Professor Emeritus" do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, desde 2013; área de atuação: Prospecção e Pesquisa mineral, Geologia de Minas, Análise Regional, Metalogênese, Geologia Isotópica, Modelagem de Depósitos Minerais, Geologia Econômica dos Minerais e Rochas Industriais; 1967-1969 – Trabalhou na empresa GEOTEMI (Geologia e Técnica de Mineração Ltda), em São Paulo/SP, como geólogo, para prospecção e pesquisa de minérios ferrosos e matérias primas para cimento; 1961-1967 – Na COSIPA (Companhia Siderúrgica Paulista), São Paulo: atuou como geólogo de exploração para matérias-primas usadas na siderurgia (ferro, manganês e fundentes); 1969-1972- Atuou na empresa PROTEC (Projetos Técnicos e Engenharia), São Paulo: como Geólogo de exploração em minérios ferrosos, não ferrosos e matérias-primas para cimento; 1977-1980- Nas Indústrias Votorantim S/A, em São Paulo: como Gerente de exploração para matérias primas para cimento; 1980-1988 - Empresas Brumadinho, São Paulo: Gerente de Exploração e Assessor da Diretoria. Na área de prospecção e pesquisa de metais raros e ouro; 1986-1991 - Companhia de Mineração e Participações, no Rio de Janeiro: Atuou na área da geologia e pesquisa de depósitos de ouro associados aos "greenstone — belts" de Crixás-Goiás, Bacajás, Pará, Rio das Velhas, Minas Gerais, Cachoeira, Pará, e ouro em terrenos TTG da Região do Lourenço, Amapá; de 1987-a 1991- Companhia Alternativa S/A, São Paulo: projeto de beneficiamento de fluorita da Companhia Morro Vermelho, Grupo Camargo Correia; 1987-1992- Consultor das seguintes companhias: S.A. Indústrias Votorantim-SP, Cimento Portland Itaú-SP, Cimento Santa Rita-SP, Companhia de Cimento Atoll, AL; 1990-1991- Instituto de Pesquisas Tecnológicas: Análise metalogenética e pesquisa de Ítrio e Elementos Terras Raras no Estado de São Paulo; 1993-1994 – Companhia  Ebesa S/A, São Paulo: Pesquisa de depósitos de metais raros (Estanho, Nióbio, Tântalo e Elementos Terras Raras) em Rondônia; 1993-1994-Companhia de Mineração Novo Astro, Amapá: exploração de ouro na região do Lourenço-Amapá; 1997-1998 – Fábrica Nacional de Cimento Portland Perus Ltda, Cajamar, SP: avaliação dos recursos de calcário; 1997-1998 – Camargo Correia S/A, São Paulo; avaliação de depósitos de calcário para a indústria de cimento no município de Lavras, Minas Gerais; 2000-2010 – Bunge Fertilizantes S/A, São Paulo-SP: sondagem, modelagem geológica e reavaliação de reservas das minas de Cajati, SP, Mina de Fosfato de Araxá, e Jazida de Fosfato "Projeto F4" CBMM, Araxá, MG; 2007-2013 – Votorantim Novos Negócios S/A, São Paulo: trabalhos de exploração mineral para depósitos de metais preciosos, metais de base, e depósitos de Ni-PGE; 2010-2013 – Vale Fosfatado S.A. e Vale Fertilizantes S.A., São Paulo: modelagem geológica, avaliação de recursos e reservas das minas de Cajati-(Jacupiranga), Araxá, Tapira e Catalão.

Experiência nas áreas de exploração mineral e modelos de depósitos minerais, atuando como geólogo de exploração mineral e como consultor. Interesse atual em pesquisa, mais dirigido à metalogenia e à exploração mineral, tem como foco os temas: evolução crustal Proterozóica e modelamento metalogenético de depósitos minerais — metais raros e não ferrosos — com ênfase em isótopos estáveis e inclusões fluidas, no âmbito do Craton Amazônico e da Bacia do São Francisco.

Pioneiro na utilização de isótopos estáveis e no estudo de inclusões fluidas em mineralizações; pesquisador Nível 1A do CNPq; estabeleceu inúmeras parcerias de cooperação científica com pesquisadores de diversas instituições internacionais, (University of Helsinki-Finland, University of British Columbia-Canada, USA Geological Survey, Natural Environment Research Council-UK, Scottish Universities Environmental Research Council-Scotland e St. Pitsburg University- Russia), o que redundou em grandes benefícios para os seus orientados e colaboradores; co-liderou o IGCP-426: Granite Systems and Proterozoic Lithospheric Processes (UNESCO/IUGS, desenvolvido de 1998 a 2003); responsável pelo início da montagem do Laboratório de Isótopos Estáveis no IG-USP de 1995 a 2000 e pela montagem do Laboratório de Informática Geológica no início da década de 1990.

Recebeu vários prêmios e títulos, dentre os quais o "1000 World Leaders of Scientific Influence" do American Biographical Institute, o "Barley Memorial Award" conferido pelo Canadian Institute of Mining Metallurgy and Petroleum (CIM), bem como, da Sociedade Brasileira de Geologia, a mais alta comenda, a "Medalha de Ouro José Bonifácio de Andrade e Silva"; no ramo da indústria: foi homenageado pela Votorantim Cimentos por ter desenvolvido o melhor projeto de pesquisa nessa área de conhecimento; recebeu reconhecimento e homenagem durante mais de duas décadas por parte de graduandos dos cursos de Geologia da UNESP e da USP, atestando a sua notável contribuição à formação dos geólogos no Estado de São Paulo; dedicou-se à formação de recursos humanos, o que se reflete na orientação de uma multiplicidade de Mestrados, Doutorados e Trabalhos de Formatura no IGc-USP; atuou na indústria mineral assessorando a diretoria técnica de importantes empresas de mineração do país. Atua como consultor no Brasil e nos Estados Unidos em projetos de exploração mineral, modelagem geológica e desenvolvimento de projetos mineiros de inúmeras commodities; teve participação em cinco livros publicados/organizados ou em edições; 20 capítulos de livros; 32 trabalhos completos em anais de congresso; 55 resumos expandidos publicados em anais de congressos; 17 produções técnicas – assessoria e consultoria; 23 trabalhos técnicos e 18 outros tipos de trabalhos técnicos.

Engenheira Química MARIA ELIZABETH BROTTO (homenageada pela Câmara Especializada de Engenharia Química)

Engenheira Química formada pelas Faculdades Oswaldo Cruz; Doutora em Engenharia Aeronáutica e Mecânica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA); Mestre em Físico-Química pelo Instituto de Química da Universidade de Sao Paulo (USP); Professora Titular dos Cursos de Engenharia Química, Engenharia Ambiental, Engenharia de Produção, Engenharia Civil e do Curso de Lato Sensu em Química das Faculdades Oswaldo Cruz, com experiência na área de Físico-Química, ênfase em Eletroquímica, atuando principalmente nos seguintes temas: técnicas eletroquímicas, reações de oxidação-redução, corrosão e inibidores de corrosão; afiliada à International Union of Pure and Applied Chemistry (IUPAC) de 1992 a 2013; Diretora Vice-Presidente - Regional São Paulo da Associação Brasileira de Engenharia Química (ABEQ) 2002 – 2004; Diretora Presidente - Regional São Paulo da Associação Brasileira de Engenharia Química (ABEQ) 2004 -2006 e 2012-2014; Conselheira do CREA-SP representante da Escola Superior de Química das Faculdades Oswaldo Cruz (1996-1998, 1999-2001, 2011-¬2013 e 2014-2016); Diretora de Valorização Profissional do CREA-SP em 2016; Diretora de Escolas da Associação Brasileira de Engenharia Química (ABEQ) de 2014 a 2017; ampla divulgação de artigos científicos publicados em periódicos, capítulos de livros e textos publicados em jornais de noticias/revistas e trabalhos completos publicados em congressos; participou de diversas bancas de trabalho de conclusão de cursos de graduação, de mestrado, e doutorado; orientou trabalhos de conclusão de cursos de graduação, aperfeiçoamento e especialização; mantém-se atualizada em sua profissão, participando ativamente de eventos, congressos, exposições, simpósios e feitas.

Engenheiro Agrônomo CHUKICHI KUROZAWA (homenageado pela Câmara Especializada de Agronomia)

Graduado em Agronomia (1966), com mestrado (1972) e doutorado em Fitopatologia (1975) pela ESALQ/USP/Piracicaba; Professor Livre-docente (1980), Professor Adjunto (1981) e Professor Titular (1982) na área de Fitopatologia da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP/Botucatu. Aposentou-se em 1998 e permaneceu até 2003, como professor-voluntário; como professor ministrou aulas para alunos de graduação em fitopatologia de 1968 a 1998 e para pós- graduação nas disciplinas de Doenças de hortaliças (1980 a 2003), Métodos laboratoriais em fitopatologia (1987 a 2003), Controle químico de doenças de plantas (1987 a 1997) e Resistência de plantas às doenças (1997 a 2003); consultor da área de Agronomia do Globo Rural da Rede Globo de Televisão desde abril de 1999; Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia, Pompéia/SP, até 2009; Grupo Genove Agronegócios Ltda – empresa produtora de alho, desde 1987; BASF S.A. Agrícolas: como palestrante e na orientação e acompanhamento de trabalhos de campo na área de horti-fruti em vários estados brasileiros, com abrangência das regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, desde 2006; cerca de 50 trabalhos publicados em revistas científicas e quase 100 trabalhos apresentados em Congressos e Reuniões específicas da área de Fitopatologia; autor de 4 (quatro) capítulos no Manual de Fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. Volume 2. Coordenação: Professores da ESALQ/USP/Piracicaba. 2005; publicação de livros (em colaboração com outros autores): Guia de Fungicidas Agrícolas: volume I - Recomendações por cultura. (duas edições: 1997 e 1998).; Produção de hortaliças em ambiente protegido: condições subtropicais. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1998, Cap.3.

Professor Emérito da FCA iniciou suas atividades em 1968 e foi responsável pela disciplina de Fitopatologia no curso de Agronomia de 1968 a 1998, coordenando o curso de 1995 a 1997; Na pós-graduação implantou as disciplinas: doenças de hortaliças, métodos laboratoriais em fitopatologia e controle químico de doenças de plantas; foi Vice-Diretor da FCA/UNESP (1989 - 1993) e chefe do atual Departamento de Proteção Vegetal. Orientou cerca de 50 alunos de graduação, 30 na pós-graduação, publicou inúmeros artigos científicos, proferiu mais de 100 palestras, lançou três variedades de tomate e deixou um grande legado de profissionais que atuam na FCA.

O Prof. Dr. Engenheiro João Fernando Custódio da Silva falou em nome de homenageados com o Diploma de Mérito.

Produzido pelo Departamento de Comunicação do Crea-SP

Colaboração: Estagiário Felipe Marques (fotos)


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